Quando as palavras ganham vida: poesia e criatividade na Jornada Ampliada A.
AUTORA
Professora Jamile Ribeiro Mussi
Jornada Ampliada A - 21 alunos.
Professora Jamile Ribeiro Mussi
Jornada Ampliada A - 21 alunos.
A leitura ganhou voz e a escrita ganhou novas possibilidades na Jornada Ampliada. As atividades foram planejadas para aproximar os alunos das palavras de maneira significativa, valorizando a leitura, a oralidade, a criatividade e, principalmente, o prazer de aprender.
No Varal da Poesia, os alunos tiveram a oportunidade de declamar poemas e compartilhar com os colegas a beleza dos versos por meio da leitura em voz alta. Cada estudante pôde dar sua própria voz ao poema, explorando a entonação, o ritmo e a expressividade. Depois das declamações, os poemas foram pendurados no varal, transformando o espaço em um lugar de exposição e valorização da leitura. Ver os trabalhos reunidos e ouvir os colegas declamando tornou esse momento ainda mais especial.
Em outro momento, as palavras saíram das caixas para dar origem a frases inesperadas. A proposta trabalhava os elementos sujeito, verbo e objeto, mas ganhou um significado muito maior para os alunos quando perceberam que os sujeitos seriam os seus próprios nomes. Ao retirar os cartões e descobrir qual verbo e qual objeto acompanhariam seu nome, a expectativa aumentava. Algumas combinações eram tão inusitadas que provocavam muitas risadas. Os alunos ficavam curiosos para saber qual seria a próxima frase e, muitas vezes, queriam repetir a brincadeira para descobrir novas combinações.
Ver o próprio nome fazendo parte de frases engraçadas tornou a atividade próxima, divertida e significativa. Ao mesmo tempo em que riam e compartilhavam as frases com os colegas, os alunos percebiam, na prática, como as palavras se organizam para construir uma ideia.
Entre poemas declamados, nomes, palavras, descobertas e muitas risadas, a aprendizagem aconteceu de forma leve e participativa. Os alunos não apenas leram e estudaram a língua: experimentaram, criaram, ouviram, falaram e se reconheceram nas atividades. Foi uma experiência em que a leitura e a escrita deixaram o papel para ganhar voz, movimento e significado no cotidiano da turma.
No Varal da Poesia, os alunos tiveram a oportunidade de declamar poemas e compartilhar com os colegas a beleza dos versos por meio da leitura em voz alta. Cada estudante pôde dar sua própria voz ao poema, explorando a entonação, o ritmo e a expressividade. Depois das declamações, os poemas foram pendurados no varal, transformando o espaço em um lugar de exposição e valorização da leitura. Ver os trabalhos reunidos e ouvir os colegas declamando tornou esse momento ainda mais especial.
Em outro momento, as palavras saíram das caixas para dar origem a frases inesperadas. A proposta trabalhava os elementos sujeito, verbo e objeto, mas ganhou um significado muito maior para os alunos quando perceberam que os sujeitos seriam os seus próprios nomes. Ao retirar os cartões e descobrir qual verbo e qual objeto acompanhariam seu nome, a expectativa aumentava. Algumas combinações eram tão inusitadas que provocavam muitas risadas. Os alunos ficavam curiosos para saber qual seria a próxima frase e, muitas vezes, queriam repetir a brincadeira para descobrir novas combinações.
Ver o próprio nome fazendo parte de frases engraçadas tornou a atividade próxima, divertida e significativa. Ao mesmo tempo em que riam e compartilhavam as frases com os colegas, os alunos percebiam, na prática, como as palavras se organizam para construir uma ideia.
Entre poemas declamados, nomes, palavras, descobertas e muitas risadas, a aprendizagem aconteceu de forma leve e participativa. Os alunos não apenas leram e estudaram a língua: experimentaram, criaram, ouviram, falaram e se reconheceram nas atividades. Foi uma experiência em que a leitura e a escrita deixaram o papel para ganhar voz, movimento e significado no cotidiano da turma.
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