Vida nova para velhos materiais.
AUTORA
Professora Jamile Ribeiro Mussi
Jornada Ampliada A - 21 alunos.
Inspirados pela videoaula produzida em parceria entre o Vamos Ler – Geração Digital e o programa ReaLiza, os estudantes participaram de uma sequência de atividades investigativas voltadas à conscientização ambiental, à economia circular e ao consumo responsável.
A proposta teve início com a exibição da videoaula, que provocou reflexões sobre a origem dos produtos, seu uso no cotidiano e os diferentes caminhos possíveis após o descarte. Durante a exibição, os alunos registraram informações importantes, compartilharam hipóteses e levantaram questionamentos sobre a realidade da própria escola.
Movidos pela pergunta norteadora “Para onde vai o lixo da nossa escola?”, os estudantes assumiram o papel de investigadores ambientais e iniciaram uma pesquisa de campo pelos diferentes espaços da unidade escolar.
Durante a investigação, um dos momentos mais significativos aconteceu na cozinha da escola. Como verdadeiros repórteres mirins, os alunos entrevistaram a merendeira, que explicou como acontece a separação dos resíduos produzidos naquele espaço. Ela contou que o lixo é organizado em três etapas, demonstrando aos estudantes quais materiais podem ser reciclados, como embalagens, papelão, latas e plásticos, e quais não podem ser reaproveitados, como restos de alimentos e resíduos orgânicos. A conversa despertou grande curiosidade e permitiu que os alunos percebessem que atitudes sustentáveis já fazem parte da rotina escolar.
A partir das descobertas, os estudantes passaram a compreender que o descarte não representa necessariamente o fim de um material, mas pode ser o início de um novo ciclo. Sendo assim, os alunos criaram, na parede da sala de aula, um espaço expositivo mostrando o que cada material foi e poderia se tornar.
Com imagens, desenhos e pesquisas, os alunos descobriram, por exemplo, que uma garrafa plástica pode se transformar em fibra para tecidos, que o papel pode retornar em novas folhas e que o óleo de cozinha pode ganhar nova utilidade na produção de sabão ou biodiesel.
Mais do que aprender sobre reciclagem, os estudantes vivenciaram uma experiência de investigação, escuta, protagonismo e transformação. Ao relacionarem o conteúdo da videoaula com a realidade da escola, compreenderam que pequenas atitudes podem gerar grandes mudanças e que cuidar do planeta começa com escolhas conscientes feitas todos os dias.
Professora Jamile Ribeiro Mussi
Jornada Ampliada A - 21 alunos.
Inspirados pela videoaula produzida em parceria entre o Vamos Ler – Geração Digital e o programa ReaLiza, os estudantes participaram de uma sequência de atividades investigativas voltadas à conscientização ambiental, à economia circular e ao consumo responsável.
A proposta teve início com a exibição da videoaula, que provocou reflexões sobre a origem dos produtos, seu uso no cotidiano e os diferentes caminhos possíveis após o descarte. Durante a exibição, os alunos registraram informações importantes, compartilharam hipóteses e levantaram questionamentos sobre a realidade da própria escola.
Movidos pela pergunta norteadora “Para onde vai o lixo da nossa escola?”, os estudantes assumiram o papel de investigadores ambientais e iniciaram uma pesquisa de campo pelos diferentes espaços da unidade escolar.
Durante a investigação, um dos momentos mais significativos aconteceu na cozinha da escola. Como verdadeiros repórteres mirins, os alunos entrevistaram a merendeira, que explicou como acontece a separação dos resíduos produzidos naquele espaço. Ela contou que o lixo é organizado em três etapas, demonstrando aos estudantes quais materiais podem ser reciclados, como embalagens, papelão, latas e plásticos, e quais não podem ser reaproveitados, como restos de alimentos e resíduos orgânicos. A conversa despertou grande curiosidade e permitiu que os alunos percebessem que atitudes sustentáveis já fazem parte da rotina escolar.
A partir das descobertas, os estudantes passaram a compreender que o descarte não representa necessariamente o fim de um material, mas pode ser o início de um novo ciclo. Sendo assim, os alunos criaram, na parede da sala de aula, um espaço expositivo mostrando o que cada material foi e poderia se tornar.
Com imagens, desenhos e pesquisas, os alunos descobriram, por exemplo, que uma garrafa plástica pode se transformar em fibra para tecidos, que o papel pode retornar em novas folhas e que o óleo de cozinha pode ganhar nova utilidade na produção de sabão ou biodiesel.
Mais do que aprender sobre reciclagem, os estudantes vivenciaram uma experiência de investigação, escuta, protagonismo e transformação. Ao relacionarem o conteúdo da videoaula com a realidade da escola, compreenderam que pequenas atitudes podem gerar grandes mudanças e que cuidar do planeta começa com escolhas conscientes feitas todos os dias.
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